Escolas realizam encontro de bandas e fanfarras em São Cristóvão

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fanfarras de cinco unidades escolares da rede estadual de ensino desfilaram, nesta sexta-feira (28), pelas ruas do bairro de São Cristóvão, em Salvador, contagiando a todos com coreografias e diferentes sons emitidos por instrumentos de sopro e de percussão. Esta foi a terceira etapa do Intercolegial de Bandas e Fanfarras 2017, movimento idealizado pela União de Bandas e Fanfarras Colegiais de Salvador (Unibandas), com o apoio da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. A atividade é uma preparação para o desfile cívico do dia Sete de Setembro.
 
O encontro contou com apresentações da BANUNI, que integra os colégios Visconde de Mauá e Helena Matheus; FANCERD, do Colégio Estadual Ruben Dario; Raul Sá, do Colégio Estadual Raul Sá e a Cerqueira, do Colégio Estadual Professor Carlos Alberto Cerqueira.
 
Rita de Cássia de Souza fez questão de acompanhar sua filha Agnes de Souza, 13, 8º ano, que toca o instrumento prato na fanfarra do Colégio Estadual Professor Carlos Alberto Cerqueira. “Fico sempre emocionada quando a vejo se apresentar pelas ruas da cidade. Ela melhorou muito o seu desempenho na escola depois que entrou para a fanfarra e isso me deixa muito contente”, revela.
 
“É muito bom poder desfilar e mostrar o nosso talento para a comunidade. Além disso, é uma forma de representar a nossa escola para a população”, afirma animada a estudante Agnes de Souza.
 
Para Carlos Augusto Azevedo, 18, 2º ano, que toca quadriton na fanfarra BANUNI, participar de desfiles como o intercolegial é estimulante. “Estou na fanfarra há dois anos e este encontro serve de incentivo para o aluno se dedicar à música e, principalmente, aos estudos. Com isso, podemos mostrar para a comunidade que a fanfarra é uma ferramenta pedagógica e que ajuda o aluno a se desenvolver”, diz o estudante.
 
Segundo a coordenadora da fanfarra Cerqueira, o intercolegial é muito importante. “É uma oportunidade de mostrar para a comunidade um pouco do que é feito dentro da escola, pois a fanfarra contribui para a autoestima e cooperativismo entre os integrantes”, destaca.
 

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