Estudantes realizam apresentações culturais e dialogam sobre diversidade

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Fotos: Claudionor Jr. - Ascom/Educação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A culminância do projeto 3º Diálogos Pertinentes: Gênero e Sexualidade do Colégio Estadual Odorico Tavares, no Corredor da Vitória, em Salvador, aconteceu, nesta sexta-feira (1º), em clima festivo com apresentações de dança e de teatro. A ação, que envolveu 550 alunos dos 1º e 2º anos do Ensino Médio, foi trabalhada ao longo da terceira unidade, através de pesquisas e discussões sobre a temática, manifestada através da poesia, do teatro, da música, da dança e da produção de vídeos. O objetivo do trabalho, conforme a professora de História, Luciana Senna, foi abrir diálogo sobre o respeito às diferenças e valorização às mulheres.

A estudante Yngrid Balieiro, 17, 2º ano, falou da importância do projeto. “Os tempos vão mudando e as pessoas vão sentindo encorajadas e com necessidade de discutir temas que são atuais. A escola, como um ambiente de aprendizagem e convívio social, é um local importante para discutirmos assuntos da nossa realidade, como gênero e sexualidade”. O colega Hevi Silva, 17, 2º ano, também falou sobre a importância do diálogo sobre o tema na comunidade escolar. “O respeito é importante para que as pessoas convivam bem com a diversidade social, cultural, religiosa e racial”.

Durante o processo de construção do evento, os estudantes participaram de uma série de atividades, envolvendo oficinas de dança, música, poesia, vídeo, fotografia e teatro, além de palestras ao longo de toda a terceira unidade. “Começamos a construir o projeto há três anos, por iniciativa de ex-estudantes que sentiam a necessidade de discutir questões como violência contra a mulher e homofobia. O trabalho se consolidou com a proposta de buscar uma educação que combata o machismo e a desvalorização da mulher”, explicou a professora de História, Luciana Senna, uma das orientadoras do projeto, que contou com a parceria dos estudantes de música do Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC) de Salvador; do Instituto Federal da Bahia (IFBA), que cedeu a sala de projeção; do Coletivo Quilombo; do Grupo Atuar; dos ex-alunos da escola e de professores de outras unidades escolares. 

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