Princípios e diretrizes

Princípios e diretrizes

- Educação Integral e contextualizada

Na Edu­cação  Pro­fis­si­onal da Bahia, a ma­triz cur­ri­cular con­templa as bases ci­en­tí­fica e hu­mana. Uti­liza, para isso, a Base Na­ci­onal Comum (dis­ci­plinas das áreas de co­nhe­ci­mento Lin­gua­gens, Ci­ên­cias Exatas e Na­tu­rais e Ci­ên­cias Hu­manas) e a For­mação Téc­nica Es­pe­cí­fica (dis­ci­plinas de ca­ráter téc­nico, es­pe­cí­ficas para cada curso), me­di­adas pela For­mação Téc­nica Geral (dis­ci­plinas fun­da­men­tais para a com­pre­ensão e atu­ação no mundo do tra­balho).

Também ar­ti­cula te­oria e prá­tica, ci­ência, tec­no­logia e so­ci­e­dade, e os sa­beres aca­dê­micos e os cons­truídos na vida e no tra­balho. A pers­pec­tiva é levar o es­tu­dante à com­pre­ensão do mundo do tra­balho em geral e dos as­pectos re­la­ci­o­nados com as ocu­pa­ções es­pe­cí­ficas, apro­pri­ação das fer­ra­mentas e prá­ticas bá­sicas das ocu­pa­ções. Além disso, ins­tru­men­ta­liza os es­tu­dantes para a cons­trução per­ma­nente do bem-estar e da au­to­nomia no tra­balho.

Dentre os com­pro­missos do Pro­grama Educar para Transformar está a “am­pli­ação da oferta de edu­cação in­te­gral”. As­su­mindo este com­pro­misso, a Edu­cação Pro­fis­si­onal da Bahia, não apenas aplica a edu­cação in­te­gral nos cursos téc­nicos de nível médio, como  está ado­tando es­tra­té­gias para con­tri­buir com a edu­cação in­te­gral de jo­vens e tra­ba­lha­dores do en­sino médio em geral. A pers­pec­tiva é con­tri­buir para a efe­ti­vi­dade so­cial e a qua­li­dade pe­da­gó­gica da edu­cação bá­sica.

Foto: Claudionor Jr. - Ascom/Educação

 

  • O que é educação integral?
- Educação Integral e Contextualizada na Edu­cação Pro­fis­si­onal da Bahia, a ma­triz cur­ri­cular con­templa as bases ci­en­tí­fica, tecnológica e hu­mana. Uti­liza, para isso, a Base Na­ci­onal Comum, a Fundamentação Teórico-prática específica de cada eixo tecnológico dos nossos cursos, e as disciplinas articuladoras que utilizam a complexidade e a transdisciplinaridade, com o objetivo de contextualizar e dar pertinência a aprendizagem a partir de um olhar sobre o território e o mundo do trabalho, além de trabalhar aspectos relacionados às questões sócio-emocionais e cognitivas. A pers­pec­tiva é levar o es­tu­dante à com­pre­ensão do mundo do tra­balho e dos as­pectos re­la­ci­o­nados com as ocu­pa­ções es­pe­cí­ficas, apro­pri­ação das fer­ra­mentas e prá­ticas bá­sicas das ocu­pa­ções. Além disso, ins­tru­men­ta­liza os es­tu­dantes para a cons­trução per­ma­nente do bem-estar e da au­to­nomia no tra­balho. Dentre os com­pro­missos do Pro­grama Educar para Transformar está a “am­pli­ação da oferta de edu­cação profissional e tecnológica”. As­su­mindo este com­pro­misso, a Edu­cação Pro­fis­si­onal da Bahia, não apenas aplica a edu­cação in­te­gral nos cursos téc­nicos de nível médio, como está ado­tando es­tra­té­gias para con­tri­buir com a edu­cação in­te­gral de jo­vens e tra­ba­lha­dores do en­sino médio em geral. A pers­pec­tiva é con­tri­buir para a efe­ti­vi­dade so­cial e a qua­li­dade pe­da­gó­gica da edu­cação bá­sica. O que é educação integral?
 
A Edu­cação In­te­gral e contextualizada é uma pers­pec­tiva edu­ca­ci­onal que visa a for­mação do es­tu­dante, em todas as suas di­men­sões, a partir de sua identidade e pertencimento sócio-cultural, suas perspectivas e sonhos a partir de sua condição de sujeito contextualizado histórico-geograficamente, capaz de ser um agente de transformação social, econômica, cultural, ambiental, política e ética.
 
  • Como a EP contribui para a disseminação da educação integral e contextualizada ?
Pela contextualização e vocação dos Centros de Educação Profissional e Unidades Compartilhadas, a partir do território de identidade no qual está inserido e dos eixos tecnológicos de nossos cursos, incluindo eixos prioritário para o Estado da Bahia, a pedagogia por projetos e a transdisciplinaridade.
 
Outra es­tra­tégia é rein­tro­duzir a di­mensão “tra­balho” no en­sino médio, pre­co­ni­zado pelas Di­re­trizes Cur­ri­cu­lares Na­ci­o­nais, tra­ba­lhando com a for­mação téc­nica geral (FTG). Deste modo, as áreas de co­nhe­ci­mento de Lin­gua­gens; Ci­ên­cias Na­tu­rais e Ci­ên­cias Hu­manas podem fazer parte do cur­rí­culo do en­sino médio. Porque a EP Integrada ao ensino médio é a maior oferta?
 
Por ser uma de­manda da so­ci­e­dade que está sendo aten­dida pelo Es­tado. A am­pli­ação da oferta de vagas desta mo­da­li­dade também se jus­ti­fica pela cres­cente de­manda ge­rada pelo de­sen­vol­vi­mento so­ci­o­e­conô­mico e am­bi­ental no es­tado nos úl­timos quatro anos e o in­te­resse dos jo­vens pela for­mação e qua­li­fi­cação pro­fis­si­onal vi­sando uma in­serção ci­dadã no mundo do tra­balho a partir da pedagogia por projetos e da transdisciplinaridade.
 
Além disso a SUPROT por meio de seus Centros irá ofertar a estes estudantes por meio da pedagogia por projetos e da transdisciplinaridade, uma perspectiva de educação em as diferenças entre a escola e o mundo do trabalho não existam ou sejam dirimidas. Pois a integração é realizada a partir de uma sala de aula contextualizada e de projetos que permitem a interconexão de saberes e o estudo de caso e por problemas a partir da realidade local e territorial.
 
  • Quem são os beneficiados dos cursos de EP integrada ao ensino médio?
São con­cluintes do en­sino fun­da­mental da es­cola pú­blica, ou seja, os fi­lhos dos tra­ba­lha­dores.
 

- Desenvolvimento socioeconômico ambiental e territorialidade

O Es­tado in­veste na for­mação pro­fis­si­onal de jo­vens e tra­ba­lha­dores para que be­ne­fi­ciem e atendam o de­sen­vol­vi­mento so­ci­o­e­conô­mico e am­bi­ental da Bahia e te­nham uma in­serção so­cial e ci­dadã no mundo do tra­balho. A pers­pec­tiva é a de que os fu­turos téc­nicos con­tri­buam cada vez mais para o de­sen­vol­vi­mento da Bahia. A oferta de cursos ocorre de acordo com as ne­ces­si­dades por qua­li­fi­cação e for­mação pro­fis­si­onal nos Ter­ri­tó­rios de Iden­ti­dade. A ter­ri­to­ri­a­li­zação da Edu­cação Pro­fis­si­onal é uma es­tra­tégia de in­te­ri­o­ri­zação e in­clusão dos es­tu­dantes e tra­ba­lha­dores e faz parte da po­lí­tica de di­visão ter­ri­to­rial do Es­tado e do aten­di­mento às de­mandas do Plano Plu­ri­a­nual Par­ti­ci­pa­tivo. A ex­pansão por ter­ri­tó­rios é ba­seada na cri­ação de Cen­tros Ter­ri­to­riais de Edu­cação Pro­fis­si­onal. Com essa es­tra­tégia, os jo­vens e tra­ba­lha­dores são pre­pa­rados para tra­ba­lhar em seus mu­ni­cí­pios, em seus ter­ri­tó­rios, não pre­ci­sando mais mi­grar em busca de opor­tu­ni­dades em ou­tras re­giões. Em 2007, a oferta de Edu­cação Pro­fis­si­onal che­gava apenas a 14 Ter­ri­tó­rios de Iden­ti­dade. Em 2011 já con­templava todos os 27 Ter­ri­tó­rios de Iden­ti­dade da Bahia.